quarta-feira, 17 de junho de 2009

AGRADECIMENTO

Agradeço-te uma vez mais
Por sua nobreza rapaz
Agradeço-te

Agradeço-te uma vez mais rapaz
Por sua alma e seu coração puros
Agradeço-te não mesmo
Por o seu afeto

Agradeço-te mais por sua demostração
Por sua atititude
Agradeço-te
Por sua nobre doação
Por sua atuante entrega

Agradeço-te não mesmo por o teu amor
Agradeço-te rapaz
Por sua emoção
Por a emoção de te-lô
Por a emoção de sabe-lô
Poeta de alma.
Leonardo Pergaminho. 17/06/2009.

terça-feira, 16 de junho de 2009

LEMBRANÇA

Hoje fiz
E por acordar hoje
Revirando lado a lado, duelei
Relutando meu corpo pois
Na angustia levantado

E mais
Não pense que agradavél é a poeisa
E tudo que belo for
Nos será agradavel
Os ossos doem
Transtornada
A cabeça pede paz

O ambiente
Poeira se faz no ar
Eu respiro além
Eu respiro da luta o duelo
Respiro dela sua incenssatez

A sua cruel desnuda
Sempre praticada gana
A calma me abandona
Desfigurado sou
As cores unificam
Eu me perco

O passado denuncia
Mentes
Nucleo
Estado de violencia
Auto - flagelo
Insonia

E mais tratados
discussão
O toc me denuncia
É o que me faz surtar
Ou quase

Leonardo Pergaminho.

domingo, 7 de junho de 2009

ME MUDEI

Me mudei
Habitei em um novo orgão
Morada nova
roda a roleta
Cartas de consulta obsoletas

Roda de fogo aceso
Bebida
Busca do poder sobre a mesa
Descarte a mesma
Leitura de mão
Me mudei para outro orgão

Primeiro outro beijo
Primeira outra mão
Desculpe
Pausa para meu solto riso
Ironica
Mente minha
Faz por sorrir agora

Outro rosto
Por explorar
Outro olho
O que me importa
É o outro

Novo pé ainda desconheço
Roda roleta
Salve o guru
Carranca a frente da porta
Carranca decidida
Espanta Carranca

Alho
Pimenta
Olho de boi
Crendice de minha ontem infancia
Odeio infame trocadilho

Estou relacionado
Habitando um novo orgão
E tragicomilocado
Me mudei

Lançada
a sorte em um novo orgão
Agora habito.

sábado, 6 de junho de 2009

ISA DA ROSA

Doce Rosa Isa da...
Sutileza-caridade
Afaga, protege, encaminha
Doce rosa o seu nome traz
Aos seus faz por acolher
abraça...
Isa da
Isa dôa
Isa de entrega olhar
De plena entrega
Unificadora rosa flor
Isa amiga
Isa de amor
poe Isa
poê Isa
Poesia em seu nome de doar
Nome que declama
Faz por proteger
Por acalmar
Irradia
Faz em ti ,refugiar
O seu fardo transforma
Tu Isa se recria
Se reinventa
Se faz admirar
Ensina,me faz levantar
Faz com seu none
A vida gozar
Isa Rosa da
Para vida de alegria
Por hora
Em tua hora plena de estar
Por ti Isa da Rosa
Em meu mundo de silencio
Por teu doce nome
Posto por ele só
Por o teu nome
Por o teu exemplo
Pois que me posto a declamar.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

UMA PAIXÃO

Eu quero tocar cada banda que eu puder
Eu quero tocar...
Cada.
Fazer das partes, poesia

Eu quero mostrar para ver em cada olhar
Cada um, que vir por vir
Que vir por susto
Por o desejo
Por a paixao de minha patria pervertida
Por partes
Por suas mesmas partes
Por as tocadas, antes vistas

As reprimaidas
As nao mostradas
Por suas apilidadas partes
Vastas partes
Apilidadas, nadegas

Traseiro
Culo
E suas eteceteras
E eteceteras bundas.

domingo, 1 de junho de 2008

GUARDADOS

São muitos os papéis
Acúmulos de paginas
Tinteiros
Borrachas
Coleções de dores
Tentativas de amores são muitas

Entregas-verdades
Emoções-inverdades
As pernas bambas
As caladas falas
As doloridas lembranças
Os apertos no peito

São muitos os receios levados
Os chorosos olhares
Os presentes deixados
Recados tocantes
Momentos errantes

Historias egoístas
Egos centristas
São muitas as Memórias

Carinhos passados
Tempos de antes
Calendários queridos
Números de dias riscados
Cenas de filmes descritos
São muitos os rascunhos

Muitos os aprendizados
Os toques faltados
Os maus e seus bons resolvidos
As magoas frustradas
As magoas intencionadas
As poucas queridas
São muitas

São muitos os amassados papeis
As gavetas vasculhadas
As sacolas empilhadas
E seus achados sem sentido
São poucos os amigos
E suas coleções são sábias.

ESTAÇÃO POR ESTAÇÃO

As arvores se mostram evidentes
O seu balançar das folhas
Os beija-flores e suas cores
As languidas borboletas
E suas espalhadas belas balançadas asas

Os galantes jardins e seus jasmins
Rosas, margaridas, girassóis
Cravos e hortaliças,
Graciosos lírios
Líricos cantares de pássaros
Suas majestosas artes de voar

Voadores de fartos amores,
De desejos plenos,
Emoções de sabores
Sutis toques de mel
E zangões castrados,
Com Sua catarse de sentimentos

Lá se foi o mau tempo
Lá se foi todo o seu lamento
E a água que molhou
Abriu espaço para o doce luar
Permitiu o seu próprio tempo
Abriu espaço para o dia ensolarado
Permitiu o seu próprio dia