domingo, 16 de março de 2008

CORES

Tenho medo das cores
Os pincéis espalhados
Aquarelas...
Preciosas promessas
Mãos
Seladas palavras
Área livre?
Tenho preciosa tenho,
Cores poucas me restam

Área
Palavras
Mãos
Cores
O branco
O negro
Amarelas azuladas
vermelhas incandescentes
lilás
misturas e lambanças
A luz
A outra

Tenho palavras,
Preciosas cores?
Poucas me restam

O surto
A calma
O calor
O frio
A prima-vera
O verão
O outono e pedido de coberta
As enfeitadas flores
O derrubar das folhas secas
Os expostos corpos ao sol
Os seus desejos
Suas cores
E cores

terça-feira, 11 de março de 2008

PROCURO

Procuro estar sempre por cá
Voltado para as boas

Quero mais cama
Com gente pouco cigana

Tenho gana
Procuro boa Cana
Delicado adocicar

Meu corpo
Diverte-se com chocolate
Velas
Iluminação pouca

Minhas mãos sorriem
Procuro por saborear
Teu gosto

No meu tocar
Adormece
No meu tocar
Colo teu

No meu olhar
Amanhece
Todo seu

Lembrança arde que pimenta
Arde lembrança
Arde pseudo- criança

Sempre por cá procuro estar
Se acordar.Procuro estar
Sempre por cá
Voltado para as boas

Quero mais cama
Com gente pouco cigana
Tenho gana
Procuro boa Cana
Delicado adocicar

Meu corpo
Diverte-se com chocolate
Velas
Iluminação pouca

Minhas mãos sorriem
Procuro por saborear
No meu tocar
Adormece
No meu tocar
Colo teu

No meu olhar
Amanhece
Todo seu

Lembrança arde que pimenta
Arde lembrança
Arde pseudo- criança
Sempre por cá procuro estar
Se acordar

Voltado para as boas
Quero mais cama
Com gente pouco cigana

Tenho gana
Procuro boa Cana
Delicado adocicar

Meu corpo
Diverte-se com chocolate
Velas
Iluminação pouca

Minhas mãos sorriem
Procuro por saborear
No meu tocar
Adormece
No meu tocar
Colo teu

No meu olhar
Amanhece
Todo seu

Lembrança arde que pimenta
Arde lembrança
Arde pseudo- criança
Sempre por cá procuro estar
Se acordar.

domingo, 9 de março de 2008

SURTO

Derrubei palavras
Gritos, caladas
Letrados pontos virgularam
Pobre surto

Tinteiro negro
Manchei a face
Meu pobre mundo
Décadas, horas, segundos
E seus milésimos
Badaladas do cuco

Noite
Tardes dias
Cíclico vácuo desnudo
Saudoso alterado
Espaço do inicio
Vasto lembrar

Pudica oscilação
Atração e repulsa
Avulsa,
Soubesse inibidora?
Tivera razão!

Agressividade antagônica
Falta luz
Quanta alusão
Dupla moral
Homem e surto.

domingo, 2 de março de 2008

CALMA

Revelei conceito
Ditei deleito
Estiquei lençol
Deitei meu peito
Paradoxal

Gueto
Canto
Estreitei
Cilíndrico pudesse
Cartada soubesse
Não houvera amor

Natureza
Distinção
Sobrescrito advento
Isolamento
Extasiado momento

Ruptura nua
Dedos trocados
Tocados calados
Certificou

Mudez sorridente
Entrelaçado ardente corpo
Sopra
Venta
Flutua vagamente
Expõe entrega calma.

ÁGUA

O tormento
Voraz cala
O grito omite
O sangue estanca

A alma levita
A face sobrepõe
A angústia sorria
O medo cai
Os pés lentos a toca
O pouco se torna

Entorna menina
Tua salva
A matéria intera
Libera
Revela menina
Culmina
O mal desfalece
O tormento se dissipa

Os cruéis olhos cegam
A luz renasce
Então a ela se espera
Molha menina lava
Limpa menina trata
Meu nome entrega
Teu nome menina
Água

sábado, 5 de janeiro de 2008

ONDE MORA

onde mora
o que lê
quero saber
o que conta
tem amigo
mostra aê
sua história
a cavalo
monta lê lê

abra as asas
voa alto
suba
salta
onde ama
o que toca
não importa
vou querer

dois da música
dois da volta
toda vida
vira-roda
onde vai
fica,ora
onde paz
onde mais
chora...

pés
face própria
prova
vai viver
larga o medo
larga a mão
amargura
falta
calma
onde mais
onde mora...

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

RETICÊNCIAS

Aprender????????
Oito vezes aprender
São tantos os exercícios
São tantas as tentativas
É bom saber.......
Saber???????
Oito vezes saber
O resultado causa medo
Tentar, doer........
Começo, tem que perceber
Conteúdo é o meio
dele, sugar, alimentar
Números, contas, doce querer........
amar é minha identidade........
porque,porquê, por que
Brigar, bater.......
Não há mais egoísmo........
É realmente abuso de poder........
Sufocar é perder........
não se pode ser........
Sorte........
Sorte........
Sorte........
Oito vezes sorte
. . . . . . . .